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Economia de Combustíveis

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Reformar significa formar novamente, reconstruir. Também pode ser entendido como melhorar, aperfeiçoar. E é exatamente isso o que acontece quando reformamos um pneu: em vez de ser descartado prematuramente, ele volta a ser como era quando foi comprado. Com o mesmo desempenho e iguais condições de segurança.

Mas a reforma é bem mais do que transformar pneus usados em novos. Trata-se, sobretudo, de uma prática altamente sustentável. Primeiro, porque prolonga o tempo de uso do pneu, evitando o seu descarte prematuro.

Segundo, porque economiza energia e recursos cada vez mais escassos na natureza. E mais: é uma atividade não poluidora. Seus resíduos sólidos são reciclados por outras indústrias e se transformam em novos produtos.

E há um aspecto menos lembrado, mas tão importante quanto os outros: num país em que pelo menos 60% da produção passa pelo modal rodoviário, a economia gerada pela reforma de pneus no setor de transportes acaba tendo reflexo no preço dos produtos para o consumidor final. Ou seja, reformar barateia não apenas o frete do produto - mas ele próprio.

O pneu reformado possui rendimento quilométrico semelhante ao novo, mas com custo entre 60 e 70% menor.

A reforma proporciona uma economia de 80% de energia e matérias-primas em relação à produção de pneus novos.
Em média, a reforma gera redução de 57% no custo do quilômetro rodado.

Hoje, dois terços dos pneus de carga em uso no Brasil são reformados. A atividade repõe no mercado mais de 7,6 milhões de pneus da linha caminhão/ônibus, enquanto a indústria de pneus novos repõe 5 milhões.

A economia proporcionada ao setor de transportes chega a R$ 5,6 bilhões por ano - o que impacta também o custo de vida da população. Cada pneu de caminhão ou de ônibus reformado economiza 57 litros de petróleo. Por ano, 500 milhões de litros de petróleo são poupados - uma economia significativa de um recurso natural não-renovável.

A conclusão é clara: quanto mais pneus forem reformados, menos o meio ambiente será impactado e menos custos o transporte rodoviário terá - uma lógica que liga definitivamente a reforma de pneus à sustentabilidade social, econômica e ambiental.


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